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Dia 119 e 120 – Tentamos, mas não conseguimos sair de Cafayate

{Sexta e sábado, 21 e 22 de junho de 2019} Cafayate é uma cidade muito agradável, mas temos trabalho a fazer.

Na sexta passamos o dia planejando o trajeto dos próximos dias, editando vídeo e escrevendo o diário. Saímos do camping apenas para almoçar.

Encontramos na frente da praça um restaurante chamado La Estancia, que servia empanada como entrada, milanesa como prato principal e flan como sobremesa. O prato é bem servido, aliás, os pratos na Argentina são bem servidos de modo geral, e estava beeeeem gostoso.

A noite quando estávamos nos preparando para dormir escutamos um barulho de um veículo bem carro pesado entrando no camping e logo em seguida escutamos conversas em um idioma bem diferente, pareciam russos ou algo parecido.

Espiamos pela janela da campervan e vimos um mega motorhome, mas não deu pra saber ao certo como era.

Já no sábado de manhã acordamos com as conversas desses ‘vizinhos’ se preparando para partir. E à lus do dia, pudemos ver o tamanho do motorhome. Impressionante, não?

Super motorhome em Cafayate

Claro que fomos espiar de onde era. República Tcheca. Caramba, que baita viagem hein.

Começamos a arrumar nossas coisas também, para conhecer o que faltava em Cafayate e seguir viagem, mas sabe como é, né. Levamos mais tempo do que o previsto.

Muro de Cafayate

Nosso roteiro em Cafayate começou com uma foto em um muro onde estava pintado o nome da cidade, pertinho do camping Força e Luz, onde ficamos esses dias.

Achamos linda a pintura do lobo que tinha ao lado do nome e não resistimos a mais umas fotinhos.

Mural em Cafayate

Serenata a Cafayate

Pertinho dali tem um espaço onde é realizado a Serenata a Cafayate, que acontece todos os anos durante a colheita das uvas.

Nesse espaço artistas locais e regionais cantam seus poemas e artistas pintam os muros da cidade e encantam moradores e visitantes.

E nós nos divertimos dando uma volta por esses murais ao ar livre.

Serenata a Cafayate

Ouviu aquele efeito sonoro de velho oeste quando viu a foto?!

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Igreja matriz de Cafayate

Um pouquinho mais a frente está a praça principal da cidade e a sua igreja matriz. Linda e imponente com suas duas torres com sinos, que é difícil de se encontrar, não é verdade?

iglesia de cafayate

Por dentro um piso branco e preto, bancos de madeira, vários pilares e lá na frente está o altar.

iglesia de cafayate

Nós sempre visitamos igrejas, catedrais, mesquitas, basílicas, templos. Gostamos de ver os detalhes desses lugares.

Outros viajantes

Dando a nossa “última” volta na praça encontramos alguns viajantes de carro. Um dos casais nós tínhamos encontrado lá em Ushuaia. Ele, Herick, é brasileiro e ela, Rosario, argentina e estão viajando de kombi (@andaconfe).

E acabamos conhecendo outros viajantes como o César do @rumbeandoconfidel que está viajando com seu cachorro Fidel em uma Ducato e a família Mauro, Laura e Renzo, viajando em um ônibus antigo.

plaza de cafayate

E tinham outras campervans e motorhomes estacionados, mas os donos estavam pela cidade.

Nos despedimos e fomos até o mercado público de Cafayate.

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Mercado Público de Cafayate

Quando descobrimos que tinha um mercado público em Cafayate ficamos animados, pois geralmente nesses lugares encontramos uma diversidade de cores, sabores e aromas.

Mas dessa vez não foi assim.

O mercado é bem pequeno e com pouco diversidade de produtos, mas mesmo assim compramos umas frutas pra levar na viagem.

mercado publico de cafayate

As pessoas que trabalham no mercado são simpáticas, mas não vale a visita. Não é um lugar bonito, a menos que você queira comprar umas frutas.

Saindo do mercado fomos abastecer o carro pois depois de visitar a cidade iríamos pegar a estrada rumo mais ao norte da Argentina.

Pelo caminho encontramos uma loja de ferragens paramos lá para comprar um “rabo de galo”. Agora podemos ao menos esquentar a água para fazer café e comida instantânea, enquanto não consertamos o fogão.

Empanadas para o almoço

Em frente ao posto vimos um restaurante com mesas ao ar livre, leia-se na calçada, e como estava calor, optamos por pegar umas empanadas e comer no carro em outro lugar mais fresco.

Pedimos seis empanadas pelo tamanho que nos disseram, mas vieram um pouco menor e não matou a fome. Pedimos todas de carne e estavam boas. O recheio era carne moída com ovo assadas na hora, sob demanda.

Museu da videira e do vinho

Almoçados, seguimos para o Museu da videira e do vinho (Museo de la vid e el vino). Aqui a entrada custa $ 100 pesos argentinos por pessoa.

Museo de la vid e el vino

O museu é muito bonito e conta toda a história da produção do vinho, desde a preparação da terra até a comercialização do vinho.

Realmente muito interessante e vale a pena fazer o passeio se você tem um pouco de interesse ou muito por vinhos.

Museo de la vid e el vino

Reserve algumas horas para aproveitar bem a visita.

Finca Las Nubes

Agora que conhecemos um pouco mais sobre a produção do vinho, hora de visitar uma vinícola que produz o vinho Torrontés.

Esse vinho é uma especialidade dessa região por conta da altitude (em torno de 1.700m). Somente aqui essa variedade de uva se desenvolve bem.

Chegamos na Finca la Nubes já era quase 16h30 e ela fecha as 17h para visitação. Pegamos o último tour com degustação e nos divertimos com o sommelier, que era bem gente boa.

Provamos quatro vinhos e o que nos ganhou mesmo foi o Torrontés. Um vinho gostoso de tomar, mais suave e ótimo para dias quentes.

Finca las Nubes Cafayate

Sem falar na vista dessa vinícola. Daqui dava para ver toda cidade de Cafayate e atrás de nós um paredão de pedra.

Finca las Nubes Cafayate

Eles também servem almoço, mas ficamos sabendo só lá. Deve ser uma delícia almoçar e depois fazer o tour com degustação.

Uma pena que as videiras estavam sem folhas nem uvas.

Se você não viaja de campervan, veja aqui onde ficar em Cafayate. 

Partir ou ficar mais uma noite

Já era fim do dia e ficamos na dúvida se pegávamos a estrada ou não.

Já não tínhamos mais o que ver na cidade, mas se viajássemos de noite, talvez perderíamos belas paisagens.

Decidimos ficar mais uma noite em Cafayate e partir pela manhã.

Dormimos na praça

Voltamos para a praça onde estavam alguns viajantes que encontramos pela manhã e para nossa surpresa tinham ainda mais pessoas lá.

Ficamos batendo papo, conhecendo um pouco da história de cada um, rindo e pegando dicas até a hora da janta.

Saímos para comer, mas a maioria dos restaurantes só abrem para jantar depois das 20h e nós estávamos com fome.

Saímos andando e paramos em um dos poucos restaurantes aberto às 19h.

Parecia bom, mas a comida não estava tão gostosa. Talvez fosse melhor ter esperado o horário local do jantar.

Provamos uma comida local chamada Tamal que é parecida com a nossa pamonha salgada.

Tamal Cafayate

O tamal é servido quente como um prato de entrada. Envolto em uma folha de milho, encontramos uma pasta de milho com farinha e carne seca. É bom, mas não é imperdível, não pelo menos esse que provamos.

De volta a praça conversando com o pessoal falamos sobre o problema com nosso fogão e um deles se ofereceu para dar uma olhada.

Em poucos minutos estava arrumado e funcionando. Aeee temos fogão novamente. Esse povo viajante sabe consertar de tudo um pouco!

Hora de dormir na praça e acordar cedo para por o pé na estrada pela manhã. Nos disseram que o caminho é lindo.

Quer saber mais sobre essa viagem? Confira esse post aqui melevadeleve.com/viagem-de-carro-pela-america-do-sul

Números do dia:

Distância percorrida: 18,5 km
Alimentação: $ 1.335 pesos argentinos (aprox. R$ 133,50)
Rabo de galo: $ 175 pesos argentinos (aprox. R$ 17,50)
Camping: $ 300 pesos argentinos (aprox. R$ 30,00)
Degustação vinícola + Museo do vinho: $ 400 pesos argentinos (R$ 40,00)
Gasolina: $ 1.775 pesos argentinos (aprox. R$ 177,50)

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Julia Flores

Julia Flores

Formada em Turismo e Hotelaria, com pós-graduação em Marketing Estratégico e experiência com marketing de destinos turísticos. Amo viajar, não pelos carimbos no passaporte ou pelas selfies, mas pelo o que as viagens me proporcionam. Gosto de praticar esportes, mas também adoro ficar de preguiça no sofá em dias frios ou chuvosos.

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