Concordamos com Amyr Klink quando ele diz que

um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver

Não basta viajar

Para “quebrar a arrogância” não basta apenas viajar para lugares desconhecidos. Tem muito mais coisas envolvidas.

Para quebrar a arrogância é preciso levar não só o corpo, mas também a alma. Nada adianta levar o corpo pra passear se a alma não sai de casa.

Ser um aluno dos novos lugares só é possível quando se viaja com outros olhos. É preciso ser como crianças curiosas querendo aprender tudo.

A grande beleza de viajar é vivenciar os choques culturais que o mundo tem para oferecer. É fazer da viagem um aprendizado constante.

Essa busca pelo choque de cultura é o objetivo principal não só nosso, mas também de muitos viajantes que perceberam que confrontar realidades diferentes gera aprendizado e experiências únicas e inesquecíveis.

O choque de cultura se traduz na maioria das vezes na primeira impressão do local.

Porém, algumas vezes a primeira impressão não é a realidade, ainda mais quando se trata de turismo.

No turismo muitas vezes existe a artificialização das relações entre visitantes e anfitriões, onde se camufla todos os aspectos que podem chocar o visitante.

Quando a indústria do turismo te oferece um ambiente conhecido e familiar, mesmo que seja em um país completamente diferente, o choque cultural perde força.

Por isso o choque cultural acontece com mais intensidade em viagens nas qual o viajante busca contato com a realidade do local visitado ao invés de somente utilizar os padronizados serviços da indústria do turismo.

Mas afinal, o que é o choque cultural?

Choque cultural é um estado de desorientação que atinge qualquer pessoa que está em um local desconhecido. Acontece geralmente quando se está longe de sua zona de conforto.

Muito já se pesquisou sobre o assunto. E especialistas apontam que há 4 ou 5 fases no choque cultural, dependendo do ponto de vista:

  • lua-de-mel (ou euforia)
  • rejeição (ou irritabilidade)
  • aceitação (ou ajuste, integração inicial)
  • integração (sentindo-se em casa)
  • choque cultural reverso (ou de retorno)

Nos próximos posts falaremos de cada fase, contando também um pouco dos choques que já tivemos.

Douglas e Julia

Bio de casal? Como assim? É que alguns textos foram escritos juntos, então aqui estamos nós. Julia é gaúcha que solta uns 'ô meu' e Douglas é paulista que manda uns 'bah tchê'. São formados em Turismo e Hotelaria com especialização em Marketing, amam viajar e criaram esse blog em 2005. Já viu, né, viagem é o assunto principal deles.

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2 comentários em “Choque Cultural – parte 2

    1. É verdade Augusto! Isso é o que nos motiva a viajar também. Ao passar pelo choque cultural, é preciso também ter uma atitude sustentável. Legal trocar idéias com quem viaja da mesma forma. Estaremos sempre no seu blog e fique a vontade para passar por aqui. Abraço!!

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