Nono dia do mochilão na Ásia. Como está passando rápido!

Saímos às 11 horas de Kuta com destino a Ubud. Enfrentamos de novo o trânsito doido das estradas de Bali.

Trânsito de Bali

Em um farol, o Tico ficou parado, juntou um monte de motos atrás e começaram a buzinar. A Jú falou para o Tico que o buzinaço era para nós porque um cara na moto do lado disse para gente ir.

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Só depois nós vimos que o semáforo estava fechado só para quem vai reto. Para quem vai virar para esquerda estava aberto, mas o semáforo estava escondido atrás de uma árvore. E nós atrapalhamos o transito. Hahaha, os deuses do transito não estavam conosco.

Negociando em Ubud, Bali

A estrada perto de Ubud é cheia de lojinhas de artesanato. Imaginamos que seria um pouco mais barato do que no mercado de Ubud, por isso paramos em uma para comprar os tradicionais gatinhos balineses de madeira.

Depois de andar em um monte de lojas, achamos um gatinho que nos agradou muito…

Só perguntamos o preço porque tínhamos gostado mesmo. Não dá pra ficar perguntando preço se não quiser comprar porque os caras ficam dizendo: qual é o seu preço?? E se você não negocia, eles ficam bravos e resmungam algo em balinês.

A Jú perguntou o preço e era muito, muito alto.
Falei ‘No, thank you’ e viramos as costas.
Ele disse: Tem desconto…
Jogamos o preço lá embaixo como de costume já prevendo que ele ia baixar aos poucos até chegar no valor good for me, good for you…
Mas o cara aceitou. Repeti o valor pois achei que ele tinha entendido errado e ele falou: Ok OK…
Não entendemos nada, pagamos e fomos embora.
Ficamos até decepcionados porque o preço era baixo, mas não teve a graça da negociação. A negociação que é o legal da história…

Depois comemos no Warung Wulan de Ubud. Comida boa, salada de legumes com molho de coco, e o melhor de tudo, é muito barato. O lugar era bem simples, mas o atendimento foi muito bom.

Mercadão de Ubud

Depois seguimos para o mercadão de Ubud para comprar mais coisas.

O Tico comprou uma corrente de prata. Fui em outra barraquinha, perguntei o preço, a mulher jogou lá pra cima o preço. Falei que estava caro e que na outra estava mais barato, e ela perguntou: – Quanto foi lá??? Respondi bem menos do que o Tico pagou e ela aceitou o valor… Hahaha paguei bem menos que o Tico e ele ficou com cara de tacho hehehehe. Essa negociação também foi meio sem graça, mas valeu pela reação do Tico.

Voltamos para “casa”, a Jú jantou só uma salada e suco e eu comi o lanche submarino, que tem abacate e abacaxi no meio das coisas normais de lanche. Estranho, mas até que o gosto combina.

Selamat Malam. Até a próxima…

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Douglas e Julia

Bio de casal? Como assim? É que alguns textos foram escritos juntos, então aqui estamos nós. Julia é gaúcha que solta uns 'ô meu' e Douglas é paulista que manda uns 'bah tchê'. São formados em Turismo e Hotelaria com especialização em Marketing, amam viajar e criaram esse blog em 2005. Já viu, né, viagem é o assunto principal deles.

Um comentário em “Dia 9 – A negociação sem graça em Ubud

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