Nossa passagem por Ayutthaya foi relâmpago, o mochilão na Ásia não pode parar. Tem muita coisa que a gente queria colocar no roteiro da Tailândia, mas não vai dar. Então, pé na estrada outra vez.

Arrumamos a bagagem e fizemos o check-out às 11h. O ônibus para Chiang Mai só sairia às 20:30, então ficamos matando tempo no restaurante do hotel.

Ainda bem que eles tem lugar para guardar as mochilas nesses casos e ainda deixam a gente tomar banho depois.

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Agora faz sentido

Escrevemos o diário enquanto observávamos o entra e sai das pessoas. Vimos a dona e o dono do hotel conversando em japonês e vimos que a imensa maioria dos hóspedes eram também japoneses.

Ahhhh sim, agora entendemos as regras. Perguntei se ela é japonesa, ela disse que é tailandesa, mas que o marido é japonês.

Eu falei que nós moramos no Japão e o cara deu à nós o mesmo tratamento que um japonês dá a imigrantes brasileiros no Japão, ou seja…

Mas o tratamento mudou quando a Jú entrou na conversa e respondeu algumas coisas em japonês.

Almoçamos e depois eu cochilei no sofá da recepção enquanto a Jú continuou a escrever o diário.

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Wat Chaiwatthanaram

Lá pras 4h30 pegamos as bicicletas e fomos até o Wat Chaiwatthanaram, que fica fora da ilha, na beira do rio Chao Phraya (o mesmo rio que corta Bangkok).

As impressionantes ruínas do Wat Chaiwatthanaram tem forte influência Khmer em sua arquitetura e estão bem conservadas.

Ficamos um tempo lá admirando e imaginando a grandiosidade que foi o reino de Ayutthaya.

Nos indicaram o pôr-do-sol para visitar, mas não pudemos ficar mais pois tivemos que voltar para pegar o ônibus para Chiang Mai.

Passamos na loja de conveniência e compramos uns lanches para a janta. Voltamos para o hotel, tomamos banho e ficamos esperando o ônibus.

Ônibus de Ayutthaya a Chiang Mai

Resolvemos pegar o ônibus de turistas, pois estava a metade do preço do ônibus dos tailandeses na rodoviária. Ele estava vindo de Bangkok e chegou atrasado.

Quando compramos os bilhetes, a mulher disse que era o VIP bus, mas acho que esse é igual o segunda classe dos tailandeses, mas enfim, era mais barato mesmo assim.

Entramos e logo percebemos que era de gringos mesmo, várias mochilas e tênis pelo corredor, conversa alta, etc. Sério, se soubesse que seria assim, teria pego o ônibus de linha dos tailandeses.

Dormimos até a parada e depois não conseguimos dormir direito. De madrugada tinha gente deitada até no corredor, tentando dormir, pois a poltrona era horrível para se ajeitar.

Sem muita opção, o negócio foi insistir em dormir, forçando os olhos para que eles não abrissem.

Para planejar o seu roteiro na Tailândia, leia os outros posts aqui. E para saber onde ficar, veja onde se hospedar em Ayutthaya. Os passeios até o mercado flutuante pode ser feito desde Bangkok, veja aqui.

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Douglas e Julia

Bio de casal? Como assim? É que alguns textos foram escritos juntos, então aqui estamos nós. Julia é gaúcha que solta uns 'ô meu' e Douglas é paulista que manda uns 'bah tchê'. São formados em Turismo e Hotelaria com especialização em Marketing, amam viajar e criaram esse blog em 2005. Já viu, né, viagem é o assunto principal deles.

4 comentários em “Dia 56 – Wat Chaiwatthanaram, Ayutthaya

  1. Oi Pai.Pois e, tem mochileiros gente boa, mas tem gente folgada…
    Mas ta bom…pelo menos ganhamos historia para contar…
    BJOOOOOOO

  2. Kleber!
    As pessoas nao foram o problema pois chega uma hora que todos acabam
    dormindo. O problema e o banco horrivel para se ajeitar…
    Abracos!!!

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