Chegou o grande dia de realizar mais um sonho de viagem. Toda vez que víamos na TV ou em revistas sobre o mercado flutuante de Damnoen Saduak sempre ficávamos imaginando como seria ao vivo.

Acordamos cedo e às 7:30 já estávamos começando o passeio nos canais.

Na verdade, quem nos conduziu foi uma senhora de uns 60 anos e não o senhor com quem negociamos ontem.

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Mercado flutuante de Damnoen Saduak

Ela não falava nada de inglês e tivemos que ficar fazendo mímica para explicar onde a gente queria ir e quando parar.

Os canais ainda estavam sem turistas, do jeito que a gente queria para fotografar e filmar. A decisão de começar cedinho foi ótima!

O mercado flutuante é composto de várias canoas onde ficam os produtos dos comerciantes e eles vão navegando pelos canais, vendendo.

Tem também lojinhas na beira dos canais. Os visitantes podem comprar tanto em terra quanto de dentro de canoas.

Navegamos por uma hora sem turistas e na segunda hora os canais já estavam cheios.

É melhor ir bem cedo

Por várias vezes as diversas canoas enfileiradas ficavam travadas no canal e não tinha espaço para remar. A Jú deu a ideia de segurar nos barcos dos lados e dar impulso com as mãos. Aí sim saímos rapidinho do engarrafamento, e empurramos os outros para trás hahaha.

Não conseguimos saber o nome da nossa guia, pois ela não nos entendia. Mas… ela sabe pedir gorjeta em inglês.

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A pé no mercado flutuante

Depois fomos a pé até as lojas nos canais…

As lojas vendem de tudo um pouco, roupas, artesanatos, comida, chapéus, mobília (que dizem ser enviados ao endereço do comprador).

Vimos um estrangeiro negociando um chapéu e chegamos perto para ver como iam os preços. A mulher estava pedindo 800 Baht por 2 chapéus, depois baixou um pouco.

Comentei com a Jú, o cara ouviu e disse:

– Vocês falam português…
– Sim. Somos do Brasil.
– Que legal, eu sou de Portugal…

Ficamos conversando um tempo enquanto ele continuava a negociar o chapéu. Um amigo dele, também português, estava só assistindo a batalha dele com a vendedora.

Eles iriam pegar um barco para andar no canal e a conversa atrasou todos que já estavam no barco esperando. A guia chamava e eles diziam:

– Espera, eles são da minha família.

Muito legal. Brasileiros e portugueses devem ser muito parecidos nesse aspecto.

Sr. Sanan

Depois voltamos na sorveteria do sr. Sanan, mas ele não estava lá. Pedi uma Banana Split e o Douglas pediu um Floresta Negra.

O cara não sabia preparar os sorvetes. Ele olhava para a foto da tabela de preços e tentava fazer igual.

Deixou as bolas do sorvete lá no balcão e saiu. Depois de quase 10 minutos ele voltou com o chantili. O sorvete já estava derretendo. Uma mulher veio junto para ajudá-lo a preparar.

Minha Banana Split veio sem banana. 🙁 Nunca vi isso.

Perguntei se eles tinham banana e o cara disse que não. Colocaram um monte de chantili no lugar da banana… OOOOOO looooooouco!!!

Depois tentei perguntar se o sr. Sanan estava lá. Não lembrava o nome dele e ninguém falava inglês.

Perguntei se tinha alguém que entendia inglês e elas foram chamar o sr. Sanan, pois ele é o único que entendia um pouco. Deu certo…

Demos uma camiseta do Brasil para ele e ele ficou muuuuuito feliz. Ele até vestiu a camiseta pra gente tirar uma foto…

Disse que a gente podia nadar na piscina da escola dele se a gente quisesse e que se a gente voltasse era pra gente visitar ele de novo…

Não encontramos ninguém tão legal assim até agora. Deu vontade de ficar mais uns dias lá, mas tínhamos que partir. Ele nos levou até o hotel e no caminho ficava sorrindo o tempo todo, a gente também.

Nakhon Pathom

Pegamos nossas coisas e partimos de ônibus coletivo até Nakhon Pathom.

O ônibus parou bem em frente ao maior monumento budista do mundo, o Phra Pathom Chedi.

Phra Pathom Chedi

Lá não encontramos ninguém que falava inglês. Perguntamos para uma mulher que dava informações (só em tailandês) se a gente podia deixar os mochilões lá dentro com ela.

Demorou, mas conseguimos estabelecer uma comunicação e ela deixou a gente guardar tudo lá.

O monastério é muuuuuito alto, tem 127 metros. Nas laterais, pelo lado interno dos muros ficam as “salas” de aulas, que na verdade são só as mesas e cadeiras em uma área coberta sem paredes.

Andamos em volta do monastério e vimos muitos monges assistindo aula.

 

De Nakhon Pathom a Bangkok e de lá a Ayuthaya

Depois, no mesmo lugar que descemos, pegamos o ônibus até Bangkok às 14h da tarde.

Do terminal sul de Bangkok, fomos até o terminal norte, e de lá pegamos o ônibus para Ayuthaya.

Chegamos em Ayuthaya às 20h, exaustos, comemos rapidinho e dormimos…

Para planejar o seu roteiro na Tailândia, leia os outros posts aqui e para saber onde ficar, veja onde se hospedar em Damnoen Saduak. Os passeios até o mercado flutuante pode ser feito desde Bangkok, veja aqui.

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Douglas e Julia

Bio de casal? Como assim? É que alguns textos foram escritos juntos, então aqui estamos nós. Julia é gaúcha que solta uns 'ô meu' e Douglas é paulista que manda uns 'bah tchê'. São formados em Turismo e Hotelaria com especialização em Marketing, amam viajar e criaram esse blog em 2005. Já viu, né, viagem é o assunto principal deles.

6 comentários em “Dia 54 – Mercado flutuante e Phra Pathom Chedi

  1. essa do sorvete não tem como não rir,rsrssrsr…..
    finalmente encontraram uma pessoa legal,pode ter certeza que este senhor
    jamais vai esquecer de vcs e vcs dele…bjssssssss

  2. po, o Sr.Sanan gente boa hein!!! só o q não colou foi a banana split mas
    td bem hahahah! e a camisa do brasil ele vai guardar pra sempre, pode ter
    certeza!!!

  3. Oi Pai,
    E verdade!!!
    Na hora eu queria chorar por causa do sorvete, mas foi engracado no fim
    das contas…O sr. Sanan vai ficar na memoria!!! Saudades!!

  4. Aconteceu a mesma coisa comigo na França… Entrei numa loja pra comprar
    camiseta e a senhora da loja perguntou se eu era portuguesa. Disse não
    eu sou brasileira. Ela responde: Seu frances tem sutaque de portugues…
    ai resolvemos logo a parada… Uma brasileira e uma portuguesa conversando
    no nosso idioma!!!!!!“Pedi uma Banana Split e o Douglas pediu um
    Floresta Negra. Minha Banana Split veio sem banana…:( Nunca vi
    isso. Perguntei se eles tinham banana e o cara disse que nao.
    Colocaram um monte de chantili no lugar da banana…OOOOOO looooooouco!!!”
    ÔOOOOOO looooooooooooco!!!!!!!! hauauahuauahuahaDete

  5. Oi Dete
    E bacana conversar com portugueses ne…eles sao alegres!!
    O LOUCOOOOO sem banana nao da…bjooooooooo

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