Depois de um bom tempo só trabalhando no Japão, decidimos que já passou da hora de começar a conhecer pelo menos alguns dos principais destinos e atrações do país. Por isso fizemos um roteiro de viagem por Osaka e Kyoto, para visitar os seus principais pontos turísticos.

Saímos de Chiryu, província de Aichi, bem cedo, era ainda 5 e pouco da manhã. Estávamos ansiosos pelo nosso primeiro mochilão no Japão.

Convencemos meu pai e minha mãe a irem juntos nesse mochilão. Como o transporte no Japão é bom, a idade não é empecilho para viajar por lá. Mochilão no Japão pode até ser caro, mas é muito fácil.

Nós fomos de bicicleta de casa até a estação de trem de Chiryu, com os mochilões nas costas, e deixamos as bicicletas no estacionamento da estação.

Tínhamos um bilhete de trem que dá direito a 3 dias de embarques e desembarques ilimitados, que custou 5 mil ienes (cerca de 50 dólares), e pegamos o trem expresso da empresa Meitetsu até a cidade de Nagoya, onde trocamos de trem e seguimos até a província de Mie.

Em Mie, o trem, que devia ser expresso, começou a parar em quase todas as estações. Dormimos, acordamos, dormimos, acordamos. O trem encheu, esvaziou, encheu, esvaziou.

Observamos os costumes do povo japonês. Celular sempre à mão, jogando, mandando mensagem, ouvindo música ou assistindo TV…   A moda é não combinar as peças e as cores das roupas. Alguns homens usam bolsa de alça, de lado nos ombros, de couro, assim como as mulheres. Enfim, coisas da moda.

Chegada à Osaka

Chegamos em Osaka já na hora do almoço. Fizemos o check-in em um hotel bem simples, talvez um dos mais baratos da cidade, que custou cerca de 5 mil ienes (50 dólares).

Encontramos um amigo dos tempos do colégio, que estava passeando em Osaka. Ele tinha ido visitar a namorada japonesa, que conheceu em um intercâmbio no Canadá. Eles começaram a namorar a distância, o Roberto no Brasil e a Kana no Japão.

Pegamos um ônibus urbano e seguimos até o Kaiyukan Aquarium, que é obrigatório num roteiro de viagem em Osaka.

Lá os aquários são divididos por temas, seguindo o chamado Círculo de Fogo do Pacífico, onde há a maior incidência de vulcões e terremotos.

 

Os tanques eram divididos em Grande barreira da Austrália, Costa do Chile, Antártica, Rios do Equador, Golfo do Panamá, Baía de Monterey, Mar da Tasmânia, fundo do oceano do Japão, entre outros.

 

Vimos arraias gigantes, peixe-lua, golfinhos, pingüins, tartarugas marinhas gigantes, caranguejos das profundezas com suas patas medindo mais de um metro, entre outros.

Até passei a mão em um filhote de tubarão lixa, que como o nome já diz, tem as escamas muito ásperas.

A grande estrela do aquário é um tubarão-baleia gigantesco. As baleias, apesar de serem gigantes, se alimentam de seres minúsculos, chamados krill. Os tubarões bebem milhares de litros de água filtrando-a para captar os krills.

Roda-gigante de Osaka

Depois do aquário, andamos em uma imensa roda-gigante, de 106 metros de altura, de onde foi possível ver quase a cidade de Osaka toda. A roda-gigante também é uma das principais atrações de Osaka e vale a visita.

Rua Dotonbori

Já ao entardecer, fomos até o canal Dotonbori de Osaka, que corta a área comercial da cidade.

Sabe aquela imagem de Japão High Tech, com enormes propagandas luminosas nas fachadas dos prédios? A rua Dotonbori, paralela ao rio é assim. É impressionante.

Voltamos ao hotel lá pras nove da noite. Tomamos um banho e fomos até o Castelo de Osaka para o réveillon.

Uma amiga chinesa da Kana, chamada Yoshiko, foi junto. Estávamos então conversando meio em inglês, meio em português, meio em japonês e agora também com algumas palavras em chinês.

Réveillon em Osaka

Chegamos no Castelo de Osaka às 23 horas e estava muito frio, perto de zero grau. Até que tinha bastante gente lá para comemorar a virada do ano, mas o povo japonês não comemora como os brasileiros.

O réveillon no Japão é meio estranho. Será por causa do frio?

De repente, 5 figuras apareceram pulando e dando golpes no ar fantasiados de Power Rangers. Ridículo, mas quebrou o gelo daquele frio intenso…

Quando começou a contagem regressiva parecia que a festa ficaria animada.

10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1, ZEROOOOOOO.

Os japoneses soltaram meia dúzia de fogos, desejaram feliz ano novo para quem estava ao lado e logo as pessoas foram embora. Bem diferente da festa de ano novo do Brasil. Logo voltamos para o hotel, era quase uma hora da manhã.

Amanhã continuamos a viagem, com destino a Kyoto.

Para planejar sua viagem ao Japão, leia os nossos outros posts aqui. Para escolher o seu hotel, veja aqui as opções de hospedagem em Osaka. Os passeios e atividades imperdíveis em Osaka e os transfers você encontra aqui.

Douglas e Julia

Bio de casal? Como assim? É que alguns textos foram escritos juntos, então aqui estamos nós. Julia é gaúcha que solta uns 'ô meu' e Douglas é paulista que manda uns 'bah tchê'. São formados em Turismo e Hotelaria com especialização em Marketing, amam viajar e criaram esse blog em 2005. Já viu, né, viagem é o assunto principal deles.

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